É indisposição mesmo. A falta de atualizações, comentários e etc se deve a minha indisposição para falar de coisas pessoais. Quando eu não falo sobre cinema eu bebo, respiro, leio e vejo cinema. E a proposta do blog pode ficar comprometida se eu ficar aqui falando só disso. Eu poderia mandar tudo pros quintos e nem tchuns, mas tenho consideração por aqueles que me adicionaram em sua blogroll, Greader e claro, digita minha url pra ler minhas coisitas.

Eu não fecharei o O que Tem Dentro. Nem quero isso. Mas estou com uma idéia em vista. Está quase se concretizando e sinto que se isso não acontecer logo eu posso enlouquecer. É tanto conhecimento acumulando, tantas coisas interessantes que tenho visto, lido, sentido que não dá pra guardar comigo. Eu preciso extravasar isso para me sentir melhor. Entende? Travis Bickle facilmente me entenderia.

Sou uma apaixonada por cinema; do mudo, passando por musicais, chegando ao mais tagarela e até aqueles água com açúcar. Você que me acompanha sabe disso. E é por consideração a você que não quero floodar o blog que fiz para falar sobre 0,0001% da minha vida. Entende o que quero dizer? Gosto de agir com honestidade até em coisas tão bobinhas como esta.

Tenha paciência e me espere. Eu volto, mas provavelmente de outro jeito. E em mais uma url.

Enquanto isso estou atualizando freneticamente o meu Tumblr, piando no Twitter e me encantando com tudo o que é tipo de arte no Insight.

See ya.

Imagem do filme Taxi Driver.

Jéssica precisa de um psicólogo, mas não quer. Está num bloqueio criativo que perdura uma semana, deixando o Insight na mão. Ela quer ir, ela quer ficar, (acho que li isso em algum post da Letícia querida). Estou tão em péssimo astral que poderia facilmente substituir essa frase por: ela quer morrer, ela quer viver. Enfim. Acho que ser humano é isso.

Você percebe que a pessoa está com problemas quando começa o post escrevendo na terceira pessoa e declarando a necessidade de um psicólogo. Vou parar com isso em 3…2…1…

Essa cena em Manhattan, que figura a lista dos meus filmes preferidos, ia ficar pra outro post. Mas adivinha, ela total define meu estado atual. Me fechei pro mundo e quando eu começo a expressar em palavras, uma pessoa sai magoada desnecessariamente. Sou nociva a saúde dos meus. Perdi a habilidade de expressar raiva, ou melhor, revoltz (porque odeio a palavra ‘raiva’), e o pior de tudo é que nem consigo expressar revoltz desabafando, daí pareço fria, calculista e má. Mas não sou. O coração sangra, fica pequeno e dolorido, mas é o meu jeitinho. Okay okay, acho que só Isaac Davis me entende.

Eu não sou assim o tempo todo. Quero viver, sorrir pra JP e Benjamin (em breve conhecerá meu gato) sem aquela ponta de melancolia que finda o sorriso e o olhar. Quero ficar aqui nessa cidade de merda e lutar. Ao mesmo tempo acredito que é murro em ponta de faca. Perdi algumas batalhas só neste mês e já acho que 2010 está um cocô tão grande que me sinto incapaz de limpar a sujeira.

Todos os dias quando acordo, não tenho mais o tempo que passou… acho que Renato Russo concluiu este trecho tentando convencer a si mesmo, nada mais. Eu não acredito que tenho todo tempo do mundo ou que tudo que fiz até aqui NÃO foi perda de tempo, mas ando nostálgica demais.

Eu pensei muito se desabafaria isso ou não porque ontem uma pessoa comentou algo que só descobriria me stalkeando. Foi um deslize tão grande e eu só me toquei de verdade horas mais tarde, quando JP me lembrou do fato. Pela conversa da pessoa em questão, só posso calcular que lê meu twitter e meu blog. Mas ó, colega, foda-se, hein. Tranquei meus tweets por medida de segurança, porque a pessoa em questão é da família de JP e, às vezes, 140 caracteres pode ser fatal na cabeça de um parente.

Então tá, gente. Vou me levantar, parar de reclamar e fazer, mas não hoje. Temos nosso próprio tempo. Né não?

Quem te iludiu dizendo que Michael Jackson aprendeu a dançar daquele jeito sozinho? Se assistir somente O Picolino (Top Hat, 1935) terá idéia do que estou falando.

Minha conexão com a internet não colabora para que eu atualize meu bloguinho e comente nos posts de vocês. Ela vai e volta, e o pouco que faço é o que me dá mais prazer. Alguns emails estão no rascunho há dois dias porque quando clico no send, a internet empaca. Sem contar que eu e JP (mais ele que eu quando o assunto é photoshop, as usual. haha) estamos fazendo um montão de coisas para a nova fase do Insight (propostas, layout novo, postagens bacanas, etc, etc).  Isso porque o Insight foi uma das melhores coisas que fizemos juntos em 2009. Não esperávamos ganhar tanto, inclusive money, com ele. Acho que só tende a crescer. Torce aí por nós.

No mais, segue o pedido de desculpas pela a ausência. But don’t worry. Esses dias estou para twitter assim como Harry está para Sally. Me conhecendo como conheço, é provável que dure muito pouco, mas há de se aproveitar enquanto dá.

beijosmeliga.

Se me perguntassem hoje se estou feliz, diria que não. Tampouco me sinto satisfeita. O ano muda, mas minha vida continua a mesma. Bem que podia diferente, né. Não que eu esteja pessimista (é o estado de espírito que mais me acompanha), até sinto que neste ano as coisas irão mudar para melhor, mas não consigo transparecer tanta alegria, empolgação, otimismo e todos os blás do último 31/12. Quero todos estes bons sentimentos a partir de agora.

1, 2, 3 e…

Ih, acho que isso não vai acontecer porque senti demais, refleti demais, desejei e planejei demais. Ou talvez Charlie Brown esteja certo. Whatever. Agora preciso me jogar. E o verbo do meu ano todo é FAZER.

Para mim é quase isso aí. E mais um pouco, porque não sou nenhuma lady mad men.

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